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quinta-feira, janeiro 10, 2008

Al-cochette, O'ta e governação 2

Ah !Ah! Ah !
LOL LOL LOL
Que surpresa!!!
Que classe governamental ! Que coerência argumental! Que superioridade intelectual na fundamentação !
Uff Estou siderada!
Quem estará com inveja da piada monumental serão os gatos, nada nem ninguém supera o governo da nação nos números de humor, desistam...
Em post anterior já tinha previsto e devo ter sido só eu, LOL, quem poderia adivinhar, só mesmo com muita sagacidade ou com escuta telefónica, Ah Ah Ah LOL...
Que tristeza... façam algo que surpreenda uma percentagem razoável de Portugueses, não insultem a inteligência de um povo ignorante mas ainda capaz de somar dois com dois! Quem pensam enganar?
Resta saber se a viragem da Teixeira Duarte não terá também algo a ver com tudo isto e com o número de kms da nova ponte ...e o LNEC à mistura...jamais, honi soit qui mal y pense. No post seguinte terei que ilustrar com imagem da selva ... por agora, o texto.
Quanto ao tema: Embora Alcochete me pareça bem mais razoável, ficava-me mais perto a Ota, enfim. Quanto a investimentos nos passarinhos a voar ou a bailar, com o rabinho a dar a dar, não fiz e se possível gostaria de me poder recusar a pagar com o meu dinheiro de impostos as "contrapartidas" aos senhores do OESTE. Tenham santa paciência!!!!! Vão buscar o dinheiro às contas pessoais dos engenheiros (do inscrito e do não inscrito na Ordem) ...

quarta-feira, novembro 21, 2007

actualizado o post "Al-cochette, O'ta e governação"

É só uma linha que acrescentei ao diálogo, não resisti à tentação de o tornar ainda mais verosímil. Apesar de concordar plenamente com a ideia de que o Lino é desajeitado mesmo numa loja de ferragens... acho de mau gosto as críticas sobranceiras do senhor da CIP ao primeiro-ministro que não segura os seus ...elefantes. Devo também dizer que, assim de longe e sem pensar muito, Alcochete me parece ser uma solução melhor a nível de preços e de expansão futura, mas não deixa de ser interessante verificar que as soluções neste país só são tomadas em consideração pelo governo da "nação" se vierem assinadas por empresários...

domingo, novembro 18, 2007

sexta-feira, setembro 14, 2007

Ausência de sentido do ridículo no governo da Porcalândia

Nem um membro do governo da Porcalândia teve tempo para receber o Dalai Lama, nem a título privado. Estavam todos nas escolinhas a dar computadores. A Porcalândia parece-se muito com uma república das bananas e será por isso que muitos cidadãos do centro e norte da NewpoorLândia pensam que aqui se produzem bananas, ananases e papaias. Quando descobrem o preço dos referidos frutos é que percebem que a Porcalândia não fica nem na América Latina, nem em África, nem no Pacífico.

terça-feira, setembro 11, 2007

Rentrée na educação: de volta a propaganda

O caso mediático Maddie calha bem ao governo, absorve todas as atenções e exacerba certo nacionalismo unificador da massa. Assim o arranque das aulas parece rodar sem problemas e o primeiro ministro pode voltar ao sistema da propaganda, sem que ninguém coloque questões parvas como de que forma conseguiu aumentar a população escolar, que malabarismos executou para concluir que os resultados na educação estão melhores do que há dois anos e de que forma pretende resolver o problema do desemprego de muitos milhares de professores que considerou dispensáveis precisamente quando aumenta a população escolar.

quarta-feira, julho 18, 2007

E não se pode dilui-los?


Erros nos exames nacionais? Mas exames, há muitos, erros graves dois. O problema, mais uma vez dilui-se. Responsáveis? Não há. A colocação da questão da responsabilidade é espúria. Há tantos responsáveis que a responsabilidade se encontra também diluída.
Grande fenómeno da física, este da diluição. Está ele na base da homeopatia, mas as proporções são muito diferentes. Deixar passar um erro nos exames nacionais em cada vinte anos, poderá ter maior eficácia do que a ausência total de erros durante uma eternidade se o objectivo for uma salutar aversão ao dito. Pelo contrário, a repetição de erros muito próximos no tempo, sem nenhuma consequência para quem os comete, provoca antes uma banalização e com ela uma auto indulgência ou mesmo uma validação do hábito de cometê-los, naqueles que estejam bem posicionados para escapar às consequências. Quem "corrige" o erro não é quem o comete. Quem sofre as imperfeições do erro e da emenda acaba por se cansar e resigna-se.

As correcções introduzidas são discutíveis. E o tempo que se perdeu durante a prova a tentar entender o impossível?
Assim é noutras situações... perde-se um tempo louco a tentar perceber a lógica de certas altas decisões que se apresentam vestidas com a indumentária da "criação de emprego", do "progresso tecnológico" , da "modernização", das "reformas necessárias" , da "defesa do ambiente" e até da "defesa do Estado social"; quando se descobrir que as decisões nada têm a ver com aqueles conceitos ou objectivos, já se perdeu um tempo doido. Não há factor de correcção que reponha o mal feito. E a responsabilidade também está diluída, ninguém nos mandou ser burros. Há quem tenha visto logo ....

E continuam, na boa, mais responsáveis e menos responsáveis por erros graves de governação, de estilo de gestão e de linguagem, estão todos de pedra e cal. Não há nem uma pequena remodelação. Não se pode dilui-los?

terça-feira, julho 10, 2007

Porcúnculos na Porcalândia: magia negra

Eles são pequeninos mas não são bácoros, são porcúnculos, à semelhança dos homúnculos. A mandrágora (da propaganda na génese deste domínio) foi paga pelos governados e lavada no seu sangue. Alguns até conseguiram ter as medidas de um porco adulto, mas são porcúnculos. E governam a porcalância com os seus cérebros de dimensão reduzida. Alguns fazem pose de estadistas e falam inglês mais ou menos técnico. Outros dizem coisas como : mas estão descontentes porquê? A Porcalândia pertence a uma união- a Newpoorlândia: porque não saem da Newpoorlândia?

sábado, julho 07, 2007

Porcalândia: o governo dos lobbies com baba

Lobbies do Governo da Porcalândia:
-o sector "empresarial" todo que se baba pelo paraíso da flexi-insegurança.
-sectores empresariais vários que se babam pelos subsídios da união europeia.
-sectores empresariais vários que se babam pelos domínios exclusivos do Estado para as abébias da concessão exclusiva.
-sectores empresariais vários que se babam pelo espaço resultante da retirada do Estado da sua função social na saúde e na educação.
-empresários que se babam pela sacrossanta declaração de "interesse público" para poderem rebentar com o que resta de território protegido.
-capitalistas puros que se babam pela bolsa-casino e off-shores associados.
-amigalhaços de lides partidárias que se babam pela manutenção dos tachos resultantes do assalto do Partido ao aparelho de Estado, da administração central à local não esquecendo as empresas municipais, os politécnicos e institutos públicos vários.

Os governados que se insurgem são apelidados de lobbies, corporações, grupos de pressão, grupos de interesses corporativos, forças de bloqueio, obstáculos ao desenvolvimento- pelos jornalistas-cães-de-fila da propaganda à la Goebbels do Partido Único do Governo da Porcalândia.

domingo, junho 10, 2007

Cálculos para a pensão de reforma

Surgem ideias interessantes de entre as vinhas da ira, como a seguinte, de autoria incerta e já circulando nas salas de profs :
Os cálculos para as pensões de reforma deveriam também incidir sobre os últimos sete anos- apenas por uma questão de coerência do sistema jurídico e de simetria democrática na relação do Estado com os seus servidores...

quarta-feira, junho 06, 2007

Hino revisto

Novo hino para cantar nas jantaradas de homenagens mútuas organizadas pelos magníficos oportunistas ainda ontem sindicalistas e democratas, hoje tiranetes impondo a ferro e fogo os ditames da sua incompetência:

Porgallândia vila serena
terra da mediocridade
o chico esperto é quem mais ordena
dentro de ti ó medianidade

o resto é trauteado, não interessa nada, uma vez que, de qualquer das formas, sempre souberam apenas a primeira estrofe quando eram "revolucionários".....

domingo, junho 03, 2007

Instituto socialista

Entra um cliente com ar comprometido olhando para trás de si, com receio de que outros clientes o ouçam.

-Eu queria... uma caixa de.... direitos, liberdades e garantias.
-Desculpe?
-....direitos?
-Veio ao sítio certo. Mas vai experimentar primeiro estes óculos flexi-segurança, acabadinhos de chegar da Tailândia, perdão, da Dinamarca.

Com os óculos de aros rosa-choque colocados, o cliente faz a expressão de quem finalmente vê onde está.


Instituto socialista- Quem o viu e quem o vê!!!!

sábado, maio 26, 2007

Titanic 2



Excelent work, perfect hoax!

Nota: Não, não é piada ao governo desta vez!

domingo, maio 20, 2007

Classe no poder, precisa-se!



Para fazer reformas tão profundas seria necessário muita classe da parte dos responsáveis governamentais. E não há. Apenas decisões cruas aqui, duras ali, levianas em todo o lado e muita incerteza, muita ameaça, muito cutelo pendurado e muita exploração do sentimento mais baixo do povo: se cada um souber que o outro está ainda pior, ele não se importará muito com a sua sorte e resignar-se-á, desde que lhe dêem a dose de sangue do seu semelhante.



Disclaimer
Tudo isto que acima escrevi, claro, me quer parecer no meu mundo ficcionado, não quer dizer que se refira a Portugal. Nem mesmo se confirma que o dono do IP se reveja neste conteúdo. Estamos no domínio da literatura, único lugar onde podemos ainda ter liberdade de expressão de opinião quanto a figuras públicas no poder.


quarta-feira, maio 16, 2007

MAI: e vai-se embora na fase "bravo"?

É, pois claro, é sempre na fase bravo que eles gostam de ir para outros poleiros. Antes que venha a fase "alfa" ou "delta" ou o que quer que os maiorais do parque infantil venham chamar à fase de fogos propriamente ditos e se veja a inépcia, a falta de resultados de estratégias caras e a completa ignorância sobre um sector muito específico: o das florestas.
BRAVO!

domingo, maio 13, 2007

Eça , Campanha Alegre

«Junho 1871

Há muitos anos que a política em Portugal apresenta este singular estado:

Onze ou quinze homens, sempre os mesmos. alternadamente possuem o poder, perdem o poder, reconquistam o poder, trocam o poder …O poder não sai de uns certos grupos, como uma péla que quatro crianças, aos quatro cantos de uma sala, atiram umas às outras, pelo ar num rumor de risos.

Quando quatro ou cinco daqueles homens estão no poder, esses homens são, segundo a opinião, e os dizeres de todos os outros que lá não estão — os corruptos, os esbanjadores da fazenda, a ruína do País!

Os outros, os que não estão no poder, são, segundo a sua própria opinião e os seus jornais— os verdadeiros liberais, os salvadores da causa pública, os amigos do povo, e os interesses do País.»

Eça de Queiroz, Uma campanha Alegre (“As Farpas”)


terça-feira, maio 08, 2007

Não dito na educação II

Temos mais um não dito na educação, o concurso para professores comendadores demora, e então há quem, muito diligentemente, ache que a escolinha deve resolver o problema ao ministério. Se não houver titulares empossados em Julho, escolhem-se para coordenadores os que se calcula que cheguem a titulares.
Uma classe genial de galináceos, se considerarmos que o cérebro dos galináceos não é muito grande e o respectivo mundo se resume a resolver questões muito práticas, pragmáticas, como gostam de dizer. E eu a pensar que o concurso não saía porque o Vale-te Demos estava para ser demitido. Se esta ideia peregrina e repugnante for geral, então não resta esperança nenhuma com uma classe assim; acho até que há por aí mais aves, mais perus e mais peruas do que se pensa a ansiarem pelo dia da tomada de posse dos poleiros disponíveis (a 1/3) a criar na capoeira.

Antena 1: Maria de Belém e os lugares comuns

Exactamente, é Lisboa, não é uma câmarazinha de fornos de alfobres, é a capital. Retirar a confiança política em situação de fortíssimos indícios de irregularidade grave (pelo menos) é a obrigação ética de qualquer líder partidário decente. Acha que bastará um qualquer levantar a suspeição? Acha que o ministério público anda agora a mando do PS, para abater presidentes de Câmara do PSD? Afinal em que ficamos. Ser presidente de câmara da capital implica que se seja especial, não se pode ser apenas um bom técnico e pensar-se que se é chico esperto a gerir manobras e descalabros financeiros. Não achará que por crime ou por inépcia o Carmona não tinha mais condições de continuar à frente daquele município? É giro tudo isto. Mas é assim mesmo como diz, o país ficava sem governo local, mas o país não pode deixar-se governar por associações de bandidos só para evitar que não seja governado por ninguém. Acha mesmo que não há pessoas honestas? Ou acha que as pessoas honestas não têm as contas em dia e qualquer um pode chegar e dizer aqui d'el rei que estão a roubar na câmara...
O pior é que estão mesmo. POR TODO O LADO. O que acho que se poderia fazer deixei no post sobre Lisboa .

quinta-feira, maio 03, 2007

Paulo Macedo, a nomenclatura e a tecnoestrutura

Claro que o Macedo é bom: resultados provados, mas ele e os executivos de bancos serão só 50 vezes melhores funcionários que os simples atendedores de chamadas pagos ao salário mínimo?
E todos os da nomenclatura e da tecnoestrutura privada e pública, em coro, dizem: os salários estão altos demais. Pois com pre-distribuição de lucros à nomenclatura ou tecnoestrutura através dos salários principescos, a entrarem como despesas, e portanto, a descontar nos lucros que serão encaixados pelos mesmos pelas mais variadas maneiras a evitar o fisco, a tecnoestrutura vai dizendo que é preciso flexibilidade do mercado de trabalho e salários baixos: é que os lucros dos bancos estão pelas ruas da amargura, as dificuldades são muitas, pobrezitos... E, claro, somando tudo tudinho eles são 1000 vezes melhores que os tais contratados à semana, sobretudo a arranjar maneira de encaixar para eles o esforço de muitos. Os míseros contratados têm que agradecer a esmola do emprego e rezar de joelhos perante o CRIADOR de empregos... o mesmo que preferia contratar ao dia mas é impedido pelo raio da rigidez do mercado de trabalho.
Paulo Macedo é bom a cobrar, sabe de fisco e de esquecimentos, sabe bem, por experiência própria, como é preciso lembrar os contribuintes das suas obrigações...

quinta-feira, abril 26, 2007

Cultura de decência ou de denúncia?








Claro que devemos denunciar a trafulhice, com certeza, mas esta promoção da denúncia fica mal ao governo. Afinal que tem acontecido às queixas de muitos, que denunciaram por se sentirem prejudicados pela corrupção? Porque continuam à frente das respectivas Câmaras o Isaltino, a Fátima Felgueiras e o Ruas (este apelando à violência em directo, sem qualquer escrúpulo, para que o pobinho enxotasse à pedrada quem pudesse interferir nos seus projectos de obras)? Se eles continuam na boa, fazendo o que lhes apetece nas câmaras, o que se pretende com isto agora? O que se quer promover afinal? A guerra civil entre colegas, vizinhos e familiares, e entre as profissões? Quer-se ter a lista dos presumíveis culpados ou a lista dos perigosos denunciantes que possam prejudicar o bom andamento da corrupção? Ou trata-se, uma vez mais, de desviar a atenção da opinião pública para o judeu, perdão, para o funcionário público como o culpado de todos os males, para distrair as atenções da pouca vergonha que tem grassado, sem consequências para os responsáveis, no ensino superior PRIVADO e PÚBLICO? As trafulhices com concursos no politécnico de Castelo Branco estão provadas e o Valter Lemos continua Secretário de Estado da Educação, sem uma beliscadura!!!!!E uma pequena pergunta: terá sido reposta a justiça em Castelo Branco? Os prejudicados empossados ou indemnizados? Os beneficiados terão sido desempossados?
O que se pretende? Fomentar a inveja, o espírito de vingança sobre o igual, o vizinho, deixando em paz o cacique, o maioral, o ricaço à força de benesses e ilegalidades, o politicão sem escrúpulos?
"O senhor presidente da cambra, se lá chegou é porque o pobo o lá pôs, e fez as obras do chafariz, e até limpou a berma e até me deu um jeitinho na minha obra, o presidente á que sabe, mas esta puta da bizinha vai pagá-las, e mais o cabrão do cunhado* que levou mais nas partilhas, a esses é que vamos mostrar como é...já vais ver, cartinha na cambra com queixinha do casinhoto que fizeste, já vais ver que cá se fazem cá se pagam!!!! E o outro cabrão que apanhou o emprego na cambra e me tratou mal no ano passado quando foi da festa, ele agora é que vai ver, que eu sei bem que ele recebe por fora para dar um jeitinho nos processos de obras...Mas o senhor presidente está bem, deixem-no trabalhar, é home de palabra e tem feito muito bem cá na terra! "

Bonito, lindíssimo, para o dia 26 de Abril, dá gosto ver este governo socialista trabalhar na elevação do nível geral dos bons sentimentos do povo português e na preservação do espírito de solidariedade consubstanciado numa de "vigilância democrática".

Nota* - ou qualquer outro familiar com ADN mais ou menos parecido, ou completamente diferente, isso agora não interessa nada

quarta-feira, abril 25, 2007

Relembrar Salgueiro Maia



Fonte: C.M. de Castelo de Vide

O filme uma vez mais na TV, a oportunidade de rever pormenores que escaparam na primeira vez. Salgueiro Maia arriscou ali a carreira toda, podia não ter corrido bem... Que tal de exemplo para quem faz da obediência canil( sem ofensa aos cães claro)a regra de vida? Seria bom interrogarmo-nos de vez em quando, se estamos bem com a nossa consciência no mais ou menos "penoso" caminho de singrar na carreirinha e na vidinha social, com a "limusina" à porta da casinha, que custam ambas (casa e limo) tanto a pagar que às vezes o preço é a alma...

Que a vida deste homem, na sua coragem, determinação, inteligência e verticalidade nos inspire... Ele e muitos outros, felizmente, entre os quais Zeca Afonso, demonstraram como aquelas qualidades se não compatibilizam com a futilidade da ambição, do narcisismo, da ânsia de protagonismo, do carreirismo.