Raspadinha
Renovada a mensagem.
Opiniões sobre política em Portugal mas não só. Think and say mostly about political issues in Portugal Disclaimer Estamos no domínio da literatura, único lugar onde podemos ainda ter liberdade de expressão de opinião quanto a figuras públicas neste Portugal onde até 2010 imperou um regime facho-pseudo-socialista, à falta de nome mais adequado. Opinions here expressed are declared as ficcion.
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12:42 da tarde
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Labels: inflação, política económica
-Ai foi tão positivo, correu tudo tão bem, estava tudo tão bonito, somos os máiores!
-Ai que somos tão bons que conseguimos assinar o tratado, já prévia e devidamente negociado por Merkel, mas isso agora não interessa nada, o que conta é a assinatura. Fomos nós, os Grandes, sob a batuta do Grandessíssimo *. O Grande... é assim mesmo, não precisa de mais nada, tal como Pedro , o Grande...e mais ainda, portanto, Grandessíssimo.
-Até agora, tudo a correr sobre rodas, só a Irlanda vota, mas essa vai dizer que sim, pá, encharcamo-la em euros se for preciso, pá e está tudo no papo, pá. Quanto ao poveco, só nós, os bons, os inteligentes, os maiores é que sabemos o que lhe convém. O povo, como sabemos, é um pouco bruto e não qualificado mas nós, os maiores, vamos qualificá-lo até às eleições, vão ver... mas para isto do tratado continuarão burros... . Portanto, o referendo é pura perda de tempo, como bem diz o Grande industrial, tão grande que até sabe perdoar a nossa sabotagem da sua negociata, ele sabe ver quem são, de facto, os verdadeiros amigos dos empresários.
*ou grandíssimo? já não sei fazer este superlativo
Claro que o post de 08/12/07 sobre a blogoesfera apenas recobria a realidade dos blogs políticos (individuais ou colectivos) não ligados a jornais de imprensa em papel que indicam as fontes. Já se tinha entendido mas prefiro deixar aqui o esclarecimento.
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9:06 da tarde
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Labels: blogoesfera, cultura da decência, cultura de exigência

"Eles", as máfias-bases dos caciques têm um forma tácita de se entenderem todos e cooperarem todos na operação limpeza: isolar as pessoas que tenham princípios éticos ou qualidade acima da média, tirar-lhes a voz chamando-as de "radicais", "sonhadores", "críticos de bancada" (isto depois da clique ter ficado com a bola e de as ter impedido de jogar , excluindo-as até da equipa de suplentes), "perturbadores do trabalho", "trouble makers", "maus-feitios" e outros mimos parecidos. "Eles" entendem-se tão bem a verem-se livres de quem lhes possa vir a fazer sombra, de quem lhes causa ou possa vir a causar alguma obstrução aos seus projectos medíocres, ridículos, mesquinhos , provincianos...sejam eles "congressos" designados de "científicos" organizados por referees que são "eles" próprios sob o guarda-chuva de um big shot qualquer doutro país que conseguiram levar à certa (ou que gosta de vir ao sol de Portugal de vez em quando).... "mostras" disto e daquilo, feiras disto e daquilo... artiguinhos que mandam para revistinhas com referees cozinhados da forma acima indicada... E é com este tipo de "provas dadas" que faz carreira chegando depressa ao topo o professor medíocre apaniguado pelo poder no ensino superior politécnico... Por que razão não fará carreira também o professorito do secundário com a organização de eventos e artiguinhos avulsos quejandos, não mais fracos de conteúdo do que muitos dos acima indicados... quem irá avaliar isso?
O mundo é "deles" e "eles vivem"... e "eles" ganham.
Quem ainda seja pessoa, coloque os óculos e reconhecê-los-á... é que eles sabem bem quem é quem, andam alerta e não precisam de óculos.
Resista se ainda tiver forças...
Nota: para quem já se não recorde do filme de Carpenter aqui está um possível link
Num país onde caciques vários (com o poder de pôr e dispor pessoas em cargos e funções) se multiplicam em todas as instituições públicas em que a "autonomia" para seleccionar e promover o pessoal se casou com o regime eleitoral , o capital humano instalado vai lentamente sofrendo transformações que se podem resumir da seguinte forma: por todo o lado, deitou-se fora o menino e ficou-se com a água do banho de muitos dias, cocktail de bactérias e limos. É um processo lento, rastejante, viscoso...infelizmente, com reflexos em todo o lado.
Nesse mesmo país há outros sistemas sem autonomia, mas desde que chegaram ao poder os iluminati apareceram soluções maravilha: inventaram-se "títulos" e implementou-se o "concurso" para seleccionar os "titulares" e obter o mesmo resultado acima referido no tempo record de 1 ano.
De facto, a náusea provoca a debandada de um certo tipo de pessoas : precisamente aquelas que o "iluminado"pretendia eliminar como "obstáculo ao desenvolvimento"...
Devia haver prémios para os inventores de procedimentos inovadores na eficácia e rapidez de processos....
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7:34 da tarde
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Labels: cimeira Lisboa, crocodile number 1, presidência europeia, tratado constitucional

Lá dentro: -Não querem lá ver, até aqui me vêem perturbar, esta escumalha de esquerdalhos que nem me deixa pensar e lá me vou esquecer da história da cimeira, melhor dizendo... da história que lhes vou contar na cimeira, ou melhor ainda... daquilo que vou dizer na cimeira que vai para a História... já tou todo baralhado! Mas já vão ver quem é que manda!
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10:03 da tarde
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Labels: cimeira Lisboa, crocodile number 1, Europa, Parlamento Europeu, presidência europeia, referendo, tratado constitucional
O que o brilhante César das Neves disse por aí sobre a blogoesfera será porventura uma reacção tardia aos comentários nem sempre elogiosos que sobre ele se fez e faz pela dita blogoesfera? Não se compreende outra coisa, a blogoesfera já existe há muito e só agora se referiu a ela? Não terá outro assunto? Enfim, lembrei-me disto hoje, talvez por falta de assunto também. Mas aos insultos já estou habituadíssima, sobretudo quando comento outros blogs, e como assino no feminino, muitos cavalheiros lusitanos mostram aquilo que são e muitos, infelizmente são uns javardos. Burros como tudo, incapazes de uma boa argumentação, passam ao insulto à segunda linha de argumento, a mostrar que se esgotaram na primeira. Problema? Não vejo problema, é apenas chato, receber insulto , eu que raramente viso alguém em particular, sobretudo nunca o faço na casa alheia, apenas elaboro comentários com sarcasmo que só ofendem quem enfia o barrete.. mas os insultos à minha "pessoa" resvalam na couraça do pseudónimo (nalguns casos escrevo as minhas iniciais) nunca lhes respondo pois todos sabemos a justeza da sabedoria oriental quando afirma que os insultos ficam com quem os profere. Problema não há nenhum, às vezes farto-me de rir pois só a netcabo sabe se sou homem ou mulher, qual a minha morada e profissão... e mesmo assim pode não ser o detentor da conta o autor dos ditos..... enfim, é isto a blogoesfera e não mais do que isto, uma espécie de matrix onde se troca informação, melhor dizendo, onde se trocam certos "dados" acerca do que julgamos serem factos e se atiram outros pelo ar (dados e factos) ...As figuras ditas "públicas" terão mais problemas a resolver, sobretudo se não escreverem sob pseudónimo, deverão ter algum cuidado com o que dizem e os insultos às suas pessoas terão que ser respondidos pois, diz o povo, "quem não se sente..."
Tudo isto é giro, a anedota do rato em experiência de estudo do reflexo condicionado vem-me à ideia... de quem é o reflexo condicionado -o do rato que vem comer sempre que toca a campainha ou o do cientista que vem observar o rato ao toque da mesma campainha?
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10:45 da manhã
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Labels: blogoesfera, cultura da decência
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5:51 da tarde
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Labels: ovo da serpente
Antena aberta: difícil suportar os telefonemas de cidadãos indignados com as greves "numa altura destas". Acham que o governo está muito bem. Pois já prevíamos, as sondagens reflectem isso mesmo, mostram que há cidadãos que já escolheram bodes expiatórios e aderiram em pleno ao discurso nazi de culpabilização de grupos sociais específicos. Nem comento o conteúdo mais particular desses telefonemas de gente muito pouco interessada em saber o que se passa realmente, o que está realmente em questão, sedentos do sangue dos outros, mesmo que desse sangue nem beneficiem em nada. A diabolização dos sindicatos parece continuar a ser o leitmotiv do governo da nação que pretende a todo o custo separar os funcionários dos seus representantes para tornar os primeiros completamente dependentes da entidade patronal-a administração e as chefias. Os definidores das linhas da propaganda já desistiram da estratégia de apontar o dedo acusador à classe inteira- que parece ainda não ter esquecido os insultos- agora o executivo parece ter focado a mira nos sindicatos. Vinte por centro de adesão, dizem os detentores do poder (o poder absoluto de decidir do quotidiano e das expectativas de mais de um milhão de pessoas, o que se faz aos funcionários públicos faz-se também às famílias que deles dependem, que com eles planeiam um futuro). Os sindicatos dizem 80%. A média daria 50%. Pelo que é dito nos media , a adesão parece superior a isso.
O governo que impediu por muitos anos (e possivelmente para sempre) a formação de consensos entre Portugueses sobre algumas reformas necessárias, passará sem qualquer responsabilização (das pessoas concretas que alarvemente insultaram cidadãos cumpridores da lei) nem mesmo a História os julgará, já que os historiadores são uma raça em extinção, não economicamente viável, tal como a cultura humanista mais exigente , o SNS universal, a igualdade de oportunidades no ensino através da educação pública de bom nível de exigência. Tudo não economicamente viável, tudo a extinguir, assim mandam os ventos da negociança e da alta finança dominantes nacional e globalmente: na outra margem intelectual, lentamente cresce uma reacção ainda surda ao alarvismo oco e para já muitos repugnante do discurso dito "tecnológico", "empresarial" e "moderno"... Também para muitos excluídos e oprimidos voltam a fazer sentido algumas teorias nas suas versões populares muito simplistas mas eficazes que se pensavam mortas e enterradas por obsolescência e que nasceram no século XIX a resistir ao capitalismo selvagem pré-keynesiano... adivinhem quais são...
Pela(s) boca(s) morre(m) o(s) peixe(s)... tanto o cherne como o chicharro(*).
Nota : o chicharro era o peixe que a minha avó comprava para o gato, era considerado não próprio para a mesa remediada. Nesse sentido o usamos no texto.
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12:58 da tarde
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Labels: bodes expiatórios, clientelismo, cultura de exigência, flexi-segurança, função pública, Reformas, sindicatos, SNS
A planta inspirou o nome, na esperança de que este espaço proporcione alguns dos efeitos da erva cidreira.
Erva com efeitos secundários. Não abusar (metaforicamente falando).
Como fazer chá de Melissa
2 folhas frescas ou secas por chávena de água ( a ferver) Juntar mel a gosto
Lemon Balm Tea
(with fresh or dried leaf)
1heaping tablespoon of dried leaves
2 tablespoons of fresh leaves for each cup of boiling water
(or make sun tea by placing herbs and cool water in covered jar in the sun for a few hours)
strain add honey and, or lemon.
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This plant inspired the blog´s name, hoping this blog will produce some of lemon balm` good effects .
medicinal herb with some side effects.you might live too long or too short
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translator
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Perfil
A autora (ou autor, quem sabe lá) escreve no feminino, sob o nome melissa officinalis reduzido à primeira inicial por motivos alheios à sua vontade. O blogger beta criou este problema- só podemos assinar com um pseudónimo igual em todos os blogs, eles lá sabem porquê...