segunda-feira, agosto 07, 2006
super-estrada Delhi-Jaipur-dois tempos em colisao
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Confianca nas instituicoes XV
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11:25 da manhã
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Jaipur-Rajasthan

esquilo hoteleiro
Palácio do Marajá (Chandra Mahal)
mahal =palácio
ainda nao vi o outro, o taj que fica em Agra, a sul de Dehli, Jaipur fica a sudoeste
aparelho de astronomia em mármore e ferro-
o hobby do marajá Jai Singh (1699-1744) -Observatorium (Jantar Mantar)

super-estrada Delhi-Jaipur
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segunda-feira, julho 31, 2006
Confiança nas instituições XIV
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sexta-feira, julho 28, 2006
Confiança nas instituições XIII
IndiaQuando se pôem os dois pés na poça e se calculou mal a profundidade da dita.
(Descansem: O animal acabou por sair dali embora tivesse que ser
amarrado com cordas e puxado por um outro camelo)
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9:27 da tarde
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Ofensas às Instituições II
Uma vez que ninguém respondeu à questão colocada no post "Ofensas às instituições I", respondo eu: o edifício jurídico da democracia é coerente: a sociedade define aqueles actos que ofendem a esfera jurídica de todos os cidadãos e designa-os por "CRIMES". Todo o articulado do Código Penal constitui o resultado dessa definição colectiva dos actos em que não apenas a vítima se pode queixar, mas qualquer cidadão, tendo até o dever de o fazer e, na sua falta, o Estado deverá apresentar queixa e acusar, na figura do Ministério Público. Claro que, quando é dentro do Estado que esses crimes têm lugar, há uma certa margem para uma certa máfia instalada poder penetrar, e dificultar ou mesmo inibir essa função acusatória do mesmo, sobretudo nos Estados que mantêm características jurídicas de Estado napoleónico.
Por outro lado, há actos repugnantes (pelo menos para muitos) que a sociedade ainda se não deu ao trabalho de definir como crimes.
A ofensa às instituições que hoje realço é, infelizmente, sistemática: este cantinho dominado por medíocres fará sempre o necessário para se libertar dos que são muito bons: todos os dias alguns deles são saneados ou emigram, sem que o país saiba...Maria João Pires, no entanto, é um dos casos que eles, os medíocres, não conseguem impedir os media de anunciar: embora a notícia seja apresentada de fugida, ela tem de ir para o ar... É uma chatice, isto da liberdade de imprensa, não é, seus ridículos ninguéns ?????????
Que futuro pode ter um país que deita no lixo os seus melhores, que acarinha os Felgueiras deste mundo e estrangula os mentores de Belgais??????
Devia ter chamado a este blog "o vómito", é náusea atrás de náusea....
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segunda-feira, julho 24, 2006
Confiança nas instituições XII
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sábado, julho 22, 2006
Ofensas às instituições I
Senhores juristas: gostaria que me esclarecessem sobre um problema teórico-prático que me vem incomodando de há alguns anos para cá. Quando verifico que o Estado napoleónico que temos permite, acarinha, dá ninho e abrigo ao mais descarado clientelismo, aos mais despudorados saneamentos políticos, alguns mascarados de expressões como "mau feitio", "linguagem inadequada", que vão acontecendo sem anúncios mediáticos, em muitas instituições públicas dotadas de autonomia (ou não), sinto-me nauseada, e o chá de cidreira é ineficiente (para além de perigoso, podem ir aos IP e lá vou eu,...com 1/3 do salário , vender missangas para completar o rendimento). (1)
O problema jurídico é então o seguinte: um cidadão que não seja directamente prejudicado por aquelas situações tem que suportar, assistir, impávido e sereno? Não têm todos estes abusos a ver com a minha esfera jurídica? É que eu acho que têm, são situações em que a própria vítima está sujeita a esperar anos infindos pela justiça que vem tarde e se não impõe ao Estado e não responsabiliza individualmente o funcionário que prevaricou, que prejudicou com má fé, as indemnizações são pagas tarde, muito tarde, e financiadas pelo contribuinte, não pelo funcionário que as originou, as pessoas prejudicadas não são reinseridas, as beneficiadas não são demitidas, portanto o crime compensa sempre. Por outro lado, a regra da não consignação das finanças públicas, impede o cidadão de saber que é o seu dinheiro (dos impostos que pagou) que está ali, exactamente ali, a ser malbaratado, ou seja, deixa o cidadão incapacitado de se queixar directamente ao tribunal quando não é vítima e não se encontre directamente envolvido. Claro que o legislador pensou bem, quem fiscaliza isso do dinheiro é o Tribunal de Contas, quem fiscaliza politicamente é a Assembleia, o cidadão vota nos deputados para o fazerem, mas… e quando o não fazem? A quem me queixo, quando o próprio STA considera algumas matérias "controversas" e se demite de legislar: aí, precisamente aí, porque são controversas, deveria o STA fazer lei, pôr ordem... mas quem sou eu? Não sou jurista, sou, como muitos outros, apenas um reles cidadão… (aliás, como me atrevo a dizer estas coisas, já viram isto, agora qualquer um diz coisas na blogoesfera, vamos mas é acabar com isto, encerram-se os servidores e já está, "as pessoas têm que se responsabilizar pelo que dizem" !!!!!!!!!!!!!)
Meus senhores, o clientelismo grassando na mais descarada impunidade, essa é que é a grande ofensa à dignidade das instituições, a meu ver, daí a náusea!
(1) Por falar disso, esclareço, não vá a imaginação de algumas pessoas interpretar à letra, dada a coincidência de datas dos acontecimentos nacionais e internacionais, que o post anterior se refere ao conflito israelo-árabe, não é para chamar camelo a ninguém, claro está. É que eu já vejo mal e enfiar missangas é cada vez mais difícil a partir de certa idade...
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10:06 da manhã
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Quem te viu e quem te vê!


Lembram-se da música ? ...................................
É tão fácil mostrar quem manda às formiguinhas, enquanto se vai comendo do festim dos verdadeiros abusadores ....
Estou nauseada!!!!!!!!
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12:22 da manhã
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